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MusicXML, MIDI ou PDF: de qual arquivo você precisa?

O que cada arquivo guarda, segundo as especificações do MusicXML 4.0 e do Standard MIDI Files, e o que deu errado quando transformamos MIDI em notação.

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A resposta curta

Exporte MusicXML quando alguém for continuar editando a notação, MIDI quando a música for para uma DAW ou um sintetizador e PDF quando alguém for ler ou imprimir. O MusicXML guarda a partitura escrita: notas com a grafia exata, armaduras de clave e fórmulas de compasso, pausas, vozes e letra. O MIDI guarda uma execução (qual tecla, quando, com que força), então transformá-lo de volta em notação é adivinhar. O PDF guarda a página pronta, e um programa de música não consegue editar nada dele.

O que é MusicXML?

O MusicXML é um formato de arquivo aberto, baseado em XML, para partituras, criado para que os programas de notação possam trocar partituras e arquivá-las. A versão concluída mais recente, o MusicXML 4.0, foi publicada em 1º de junho de 2021 pelo W3C Music Notation Community Group como um relatório final de grupo comunitário. Isso é diferente de um padrão formal do W3C. O grupo relatou trabalho rumo a uma versão 4.1 em agosto de 2026.

O MusicXML descreve a música do jeito que ela é escrita. Uma altura é um nome de nota (em letra), uma alteração e uma oitava, então Ré♯ e Mi♭ continuam sendo notas diferentes. Uma nota tem uma duração, contada em divisões da semínima, e um tipo escrito, como a colcheia pontuada. Pausas, números de voz, barras, direções de haste, armaduras de clave (contadas em quintas: números positivos para sustenidos, negativos para bemóis), fórmulas de compasso, a letra, com números de estrofe e o layout opcional de página e de sistema têm, cada um, os seus próprios elementos. O formato também separa o som da aparência. Um andamento pode ser guardado em semínimas por minuto, e uma nota pode levar pequenos deslocamentos de ataque e de soltura que descrevem como foi tocada e deixam a página como está.

Os programas de notação o usam para trocar partituras. O MuseScore Studio, o Dorico e o Sibelius documentam a importação de MusicXML, e o site do MusicXML, da MakeMusic, conta mais de 260 aplicativos que aceitam o formato (conferido em 3 de outubro de 2026).

O que é um arquivo MIDI e o que ele deixa de fora?

Um arquivo MIDI é uma lista temporizada de eventos de execução: esta tecla foi pressionada neste instante com esta velocity, foi solta naquele e deve soar com este programa de instrumento. O MIDI 1.0 é de 1983. O formato de arquivo dele, o Standard MIDI Files 1.0 (RP-001, revisado pela última vez em fevereiro de 1996), existe para que os programas troquem dados MIDI com marcação de tempo.

Um arquivo MIDI também pode levar alguns fatos musicais como metaeventos: o andamento (em microssegundos por semínima), uma fórmula de compasso, uma armadura de clave dada como um número de sustenidos ou bemóis mais maior ou menor, e a letra da música, em geral um evento por sílaba. A especificação pede que todo arquivo informe o andamento e a fórmula de compasso e, quando um não informa, os programas assumem 4/4 a 120 batidas por minuto. Armaduras de clave e letra são opcionais.

O que o MIDI não consegue dizer é como escrever as notas. Uma nota é um número de tecla de 0 a 127, então o número 63 é Ré♯ e Mi♭ ao mesmo tempo. Quando o primeiro conversor que construímos transformou MIDI em notação, ele escreveu o 63 sempre como Mi♭, mesmo em Mi maior, onde deveria ser Ré♯. As durações são só instantes de início e de fim, então os valores das notas precisam ser deduzidos. Não há pausas (o silêncio é só um intervalo vazio), nem vozes, barras ou hastes, nem layout de página. O manual do MuseScore Studio diz que o MIDI codifica as notas e os instrumentos “mas nenhuma formatação visual”. Também não há áudio; o som vem de qualquer sintetizador que toque o arquivo.

Nota MIDI 63

Em Mi maior: Ré♯

Em Dó menor: Mi♭

Uma tecla do piano, a nota MIDI 63, escrita de duas maneiras. Em Mi maior ela é Ré♯, a sétima nota da escala; em Dó menor ela é Mi♭, a terceira. Um arquivo MIDI guarda só o 63, então quem o transforma em notação tem de escolher.

MusicXML, MIDI e PDF: o que cada arquivo guarda

O MusicXML guarda o que está escrito, o MIDI guarda o que é tocado e o PDF guarda a aparência da página. O PDF é o formato de página de uso geral, padronizado como ISO 32000; o PDF 2.0 (ISO 32000-2) foi publicado pela primeira vez em 2017 e revisado em 2020, e o registro de formatos da Biblioteca do Congresso o descreve como orientado a páginas. Uma partitura em PDF tem a mesma aparência em qualquer tela ou impressora e, para um programa de música, é só uma imagem de notas.

PDF: a aparência da página

C

MusicXML: o que está escrito

<note>
  <pitch>
    <step>E</step>
    <octave>4</octave>
  </pitch>
  <duration>4</duration>
  <voice>1</voice>
  <type>quarter</type>
</note>

MIDI: o que é tocado

6464656700.4550.9091.3641.818
O primeiro compasso de “Ode à Alegria” em cada arquivo. O PDF mostra as notas. O MusicXML dá nome a cada uma; a primeira é Mi na oitava 4, uma semínima. O arquivo MIDI guarda números de tecla e instantes em segundos: 64, 64, 65 e 67, cada uma mantida por 0,455 segundo a 132 batidas por minuto.
O que cada arquivo guarda
InformaçãoMusicXMLArquivo MIDIPDF
Grafia da nota (Ré♯ ou Mi♭)Sim: letra, alteração, oitavaNão: um número de tecla de 0 a 127Só impresso
Armadura de claveSimOpcional: número de sustenidos ou bemóis, maior ou menorSó impresso
Fórmula de compassoSimRecomendada; se faltar, assume-se 4/4Só impresso
Valores das notas e pausasSimNão: só instantes de início e de fimSó impresso
Vozes, barras, hastesSimNãoSó impresso
LetraSim, com números de estrofeEventos de letra opcionais, em geral um por sílabaSó impresso
Layout de páginaOpcional: tamanho da página, margens, quebras de sistema e de páginaNãoSim, fixo
AndamentoSim, em semínimas por minutoSim, em microssegundos por semínima; se faltar, assume-se 120 BPMSó indicação impressa
Temporização exata e velocityEm geral não: valores escritos, com deslocamentos de execução e dinâmicas opcionaisSim, para cada notaNão
Cordas e casas do violãoSim: a corda e a casa de cada nota, a afinação das cordas e o capotrasteNãoSó impresso, como TAB
Som do instrumentoNomes de instrumento e programas MIDI opcionais; sem áudioNúmeros de programa; sem áudioNão
Onde editarEditores de partiturasDAWs e sequenciadores; os editores de partituras o importam na base do palpiteEm lugar nenhum, como música: digite de novo ou reconheça com OMR

“Só impresso” quer dizer que uma pessoa lê na página, mas o software não consegue usar como música. Para tirar a notação de volta de um PDF é preciso reconhecimento óptico de partituras (OMR), que lê a imagem e deduz as notas, então o resultado precisa de revisão.

Qual formato você deve exportar?

Escolha pelo que vai acontecer com o arquivo depois.

  • Se alguém vai editar a notação, envie MusicXML. O MuseScore Studio (grátis e de código aberto), o Dorico e o Sibelius o importam. Envie .mxl, a menos que uma ferramenta peça o .musicxml simples.
  • Se a música vai para uma DAW ou comanda um sintetizador, envie MIDI. Ele guarda a temporização e a velocity de cada nota, que é o que o trabalho de produção exige.
  • Se alguém vai tocar a partir dela, envie um PDF, impresso ou no tablet, com partes separadas para um conjunto.
  • Se alguém só precisa ouvir, envie uma versão em MP3 ou WAV; um arquivo MIDI não faz som por conta própria.
  • Se você está arquivando, guarde o MusicXML para a música e o PDF para a aparência. É o nosso próprio hábito.

Quem usa o Finale tem mais uma coisa a considerar. A MakeMusic parou de desenvolver e vender o Finale em 26 de agosto de 2024. Ele continua funcionando onde está instalado, salvo mudanças no sistema operacional, e o suporte técnico da MakeMusic para ele terminou em agosto de 2025. O conselho de migração da própria MakeMusic é exportar MusicXML, que o Finale v27 grava como MusicXML 4.0, porque o Dorico não abre diretamente os arquivos .mus ou .musx do Finale (conferido em 3 de outubro de 2026).

Para transformar um arquivo MIDI numa partitura em PDF, importe-o num programa de notação, ajuste-o lá e exporte o PDF. O MuseScore Studio abre arquivos MIDI e tem uma preferência de importação para o menor valor de nota a usar; o manual do Dorico Pro descreve as próprias opções de importação de MIDI e de quantização. Espere ter de ajustar de qualquer jeito, pelos motivos da seção sobre palpites mais abaixo. O ScoreStarling abre um arquivo MIDI que você escolhe ou arrasta para ele, grava-o como uma partitura editável e exporta um PDF. As faixas de bateria vão para uma pauta de bateria, a partitura inteira adota a primeira fórmula de compasso do arquivo e você ainda precisa conferir tudo. Ele também abre MusicXML e MXL, ABC e partitura impressa; veja os limites de entrada atuais.

MXL e MusicXML: qual é a diferença?

Os dois guardam o mesmo MusicXML: o .mxl é o pacote compactado, e o .musicxml é o arquivo de texto simples. O tutorial do MusicXML 4.0, do W3C, recomenda essas duas extensões e observa que, com uma extensão .xml simples, os programas não distinguem o MusicXML de qualquer outro arquivo XML.

Um arquivo .mxl é um arquivo zip compactado com o algoritmo DEFLATE. A primeira entrada dele é um arquivo não compactado chamado mimetype, e um arquivo em META-INF/container.xml aponta para a partitura dentro do pacote. Segundo o tutorial, a compactação reduz o MusicXML a mais ou menos o tamanho do arquivo MIDI equivalente, então enviaríamos .mxl. O MuseScore Studio exporta MusicXML compactado por padrão. Escolha .musicxml quando quiser ler, comparar ou processar o XML você mesmo. Os dois também têm tipos de mídia diferentes: application/vnd.recordare.musicxml para .mxl e application/vnd.recordare.musicxml+xml para .musicxml.

Por que converter MIDI em partitura exige palpite

Um arquivo MIDI nunca diz como as notas devem ser escritas, então qualquer programa que transforma MIDI em notação precisa decidir a tonalidade, a grafia, os valores das notas, as vozes e onde ficam as pausas.

Medimos com que frequência isso dá errado. Em 2 de outubro de 2026, demos ao primeiro conversor que tínhamos construído, baseado na biblioteca music21, o MIDI que o Basic Pitch gerou de 12 gravações de violão do conjunto de dados público GuitarSet. Nenhuma das 12 partituras tinha armadura de clave, todas as pausas estavam ocultas (0 de 1.626 visíveis), até cinco vozes estavam empilhadas em uma pauta e 322 das 2.703 notas que pertencem à tonalidade foram grafadas contra ela.

Trocar pelo importador de MIDI do MuseScore Studio 4.7.5 resolveu a maior parte disso, depois que preparamos o MIDI: notas ajustadas a uma grade de semicolcheias e uma tonalidade estimada a partir das notas, gravada em todas as faixas de notas. Sem essa etapa, o MuseScore trata o MIDI fora da grade como uma execução ao vivo e adivinha de novo a fórmula de compasso, o andamento e a tonalidade. Também limitamos a importação a duas vozes por pauta e desligamos as quiálteras. Com essas configurações, 10 das 12 armaduras de clave coincidiram com as anotações do conjunto de dados (as outras duas estavam, cada uma, a uma quinta de distância), 0 das 3.213 notas foram grafadas contra a tonalidade, todas as 988 pausas estavam visíveis e nenhuma pauta tinha mais de duas vozes. O antes e depois completo está em MIDI bagunçado no MuseScore: por que acontece e como corrigir.

Por que um arquivo MusicXML pode ficar diferente em outro app

O MusicXML leva bem a música, mas cada programa aplica as próprias fontes, o próprio espaçamento e os próprios padrões, então o layout e pequenos detalhes costumam mudar na importação. O manual do MuseScore Studio diz que as notas e a instrumentação chegam fielmente e que uma partitura importada costuma precisar de algum acerto para ficar igual à original. As opções de importação dele podem manter o tamanho de página, as margens, o tamanho da pauta e as quebras do arquivo, embora, por causa das diferenças de espaçamento e de fonte, as quebras possam não cair nos mesmos lugares. O guia da MakeMusic para migrar do Finale para o Dorico diz algo parecido: o conteúdo musical e o layout básico, como o tamanho da página e da pauta, passam bem, enquanto os ajustes gráficos de itens individuais em geral não passam.

A nossa própria verificação de ida e volta, em 2 de outubro de 2026, foi pequena. O conversor de linha de comando do MuseScore Studio 4.7.5 reimportou um exemplo nosso de MusicXML com três notas, com alturas, posições e durações idênticas, mas passou o crédito de transcritor para a posição de compositor e descartou a função dele. Não testamos o Sibelius nem o Dorico. Antes de enviar uma partitura adiante, abra-a no app para onde ela vai e confira os créditos, o layout e tudo o que você ajustou à mão.

O que o ScoreStarling exporta e por que o MIDI e o MusicXML dele são diferentes

O ScoreStarling exporta os dois, e eles diferem de propósito na temporização: o MIDI guarda a execução, e o MusicXML guarda uma versão escrita para ser lida.

No nosso teste de 2 de outubro com a opção de um instrumento, a transcrição começou como MIDI do Basic Pitch no andamento informado. O MuseScore Studio escreveu a notação a partir de uma cópia ajustada a uma grade de semicolcheias, em 4/4, com uma tonalidade estimada a partir das notas, pausas visíveis e no máximo duas vozes por pauta. Ele também simplifica as durações: nas 12 gravações de violão citadas acima, escreveu 26% das notas mais longas do que a execução ajustada, em até três semicolcheias, e nunca mais curtas. Quem toca quer uma semínima pontuada limpa; quem produz quer a pegada. Por isso a reprodução e a exportação em MIDI mantêm a sua temporização, enquanto o MusicXML, o PDF e as imagens de página mostram a versão escrita. Uma edição de altura muda os dois arquivos, e quando você define a duração escrita de uma nota, a nota MIDI correspondente é redimensionada a partir do ponto em que foi tocada. Outras ferramentas traçam a mesma linha: a Klangio oferece downloads de MIDI quantizado e não quantizado no app Sing2Notes (conferido em 3 de outubro de 2026).

O que o ScoreStarling deixa você baixar, numa conta grátis ou com o Plus ativo:

Arquivos para baixar no ScoreStarling, 12 de outubro de 2026
AcessoArquivos
Toda contaPDF, imagens de página, partes separadas em PDF, PDFs em notação numérica (jianpu) de todas as pautas ou só da melodia, PDFs com TAB de violão, TAB como texto, MP3 e WAV. Numa conta grátis, as páginas levam uma pequena marca-d’água, “Feito com ScoreStarling”.
Plus ativoMusicXML (.musicxml e .mxl, com a pauta de TAB de uma parte mostrada como TAB), MIDI, Guitar Pro (.gp5), ABC e MEI, e páginas sem a marca-d’água. Uma partitura criada a partir de um arquivo seu sempre pode ser baixada no formato original.

O menu Baixar do espaço de trabalho entrega o MusicXML como .musicxml; o .mxl e o MEI vêm por um assistente de IA. Uma partitura feita a partir de uma gravação usa 10 créditos, e uma banda, 30 créditos por minuto; abrir um arquivo de partitura seu e editar são grátis. A notação numérica (jianpu) também é uma visualização somente leitura no espaço de trabalho e no painel de conversa; para editar, volte à notação em pauta. Algumas marcações não passam para o jianpu (limites da notação). O MP3 e o WAV são renderizações General MIDI da partitura, não faixas separadas (stems) da sua gravação. As especificações listam os detalhes. Para começar a partir de uma gravação, veja áudio para MusicXML ou áudio para MIDI.

Vai começar de uma página impressa? Como converter partitura em PDF para MusicXML no MuseScore mostra um caso passo a passo, com o PDF original, o que o leitor de partituras entendeu dele e a apojatura que ele deixou passar.

Fontes

  1. MusicXML 4.0 e o Music Notation Community Group, W3C
  2. Notation basics in MusicXML e A MIDI-compatible part, tutorial do MusicXML 4.0, W3C Music Notation Community Group
  3. Compressed .mxl files, tutorial do MusicXML 4.0, W3C Music Notation Community Group
  4. Referência do MusicXML 4.0: os elementos note, fifths, lyric, print, midi-instrument, string, fret, staff-tuning e capo, W3C Music Notation Community Group
  5. MIDI 1.0, The MIDI Association
  6. Summary of MIDI 1.0 messages, The MIDI Association
  7. Standard MIDI Files e Standard MIDI Files 1.0 specification (RP-001), The MIDI Association
  8. PDF 2.0, ISO 32000-2, Library of Congress, Sustainability of Digital Formats
  9. File export, Working with MusicXML files, Opening and saving scores e Preferences, MuseScore Studio Handbook
  10. Importing MusicXML files e Importing MIDI, manual do Dorico Pro 6.2, Steinberg
  11. Using Sibelius for Mobile on iPhone, iPad, and Android, Avid
  12. The End of Finale e From Finale to Dorico, a migration guide, MakeMusic
  13. MusicXML for exchanging digital sheet music, MakeMusic
  14. Sing2Notes, Klangio

Perguntas e respostas

Um arquivo MIDI contém algum som?

Não. Ele guarda instruções: qual tecla tocar, quando, com que força e um número de programa para o instrumento. O som vem do sintetizador ou da biblioteca de samples que toca o arquivo, então o mesmo arquivo MIDI soa diferente em apps diferentes.

Por que meu arquivo MIDI abre em 4/4 a 120 BPM?

A especificação do Standard MIDI Files pede que todo arquivo informe o andamento e a fórmula de compasso, e manda os programas assumirem 4/4 a 120 batidas por minuto quando um arquivo não informa. Defina o andamento e a fórmula de compasso verdadeiros antes de julgar a notação.

Dá para converter um PDF de volta em MusicXML?

Só com reconhecimento óptico de partituras (OMR), que lê a imagem da página e deduz a notação, então o resultado precisa de revisão. Se o arquivo de notação original ou o MusicXML dele ainda existir, comece por ele.

O MusicXML é o mesmo que um arquivo do MuseScore ou do Sibelius?

Não. O .mscz do MuseScore Studio e o .sib do Sibelius são, cada um, o formato próprio do programa. O MusicXML serve para levar uma partitura de um programa a outro; o MuseScore Studio, por exemplo, abre arquivos MusicXML, MusicXML compactado e MIDI, além dos seus próprios.

Que arquivo devo enviar a um coral ou a uma banda?

Um PDF para ler, com partes separadas se cada músico só precisa da própria linha. Acrescente o MusicXML se alguém for transpor, rearranjar ou editar as partes.

Áudio para MusicXML para o seu editor de partituras